Manifesto

Das coisas em que acreditamos

Gostamos de ser fazedores – dar forma e peso a um desejo que nos empolga. Na Qual Albatroz, papel, palavras e tinta são os nossos materiais de eleição, trabalhados segundo as técnicas artesanais de feitura de livros e de impressão serigráfica. É com eles que criamos livros, serigrafias, postais, ou o que a imaginação nos vier a encomendar. Papel, palavras e tinta oferecem-nos, pela plasticidade que os caracteriza, uma liberdade total para encontrarmos a forma certa de cada ideia que nos desafia.

Inspiração

A Qual Albatroz é uma casa de fazedores de livros, riscadores de papel e contadores de histórias, onde as ideias rodopiam livres e a criatividade tem pernas para voar. Como editores independentes, a nossa actividade compreende três áreas distintas: serigrafias e livros feitos à mão, livros de poesia e arte, e livros para crianças. Ligam-nas o empenho, o rigor e a alegria que pomos em cada projecto.


Livros e outras folhas

Somos os livros que lemos, somos as páginas e as palavras que nos deixam deslumbrados no canto da nossa leitura. Somos as ilustrações, as legendas e as anotações que fomos deixando. E mesmo sendo tudo isso, queremos continuar a ser mais e os outros connosco. É essa a razão de sermos uma editora, e por isso, não nos resta outra a não ser editar mais livros, os livros que achamos que ainda fazem falta a todos.

Aprender e ensinar

Em cada livro, em cada experiência criativa, há uma dimensão educativa a explorar. Pode ser um desafio intelectual, um estímulo para os sentidos, um impulso a uma resposta criativa, e tanto mais. Faz parte da própria natureza da arte criar objectos potenciadores de experiências tão ricas, tão pessoais e tão importantes para a nossa formação. É por isso que nos esforçamos para juntar criadores e leitores, para que juntos possamos partilhar o que vamos descobrindo.


Fazer à mão

Fazer um livro à mão é, antes de mais, uma experiência arrebatadora: poder dar a cada exemplar um cunho pessoal e vibrante, torná-lo numa peça única. E depois, dá-nos um controlo absoluto sobre o processo de criação, sobre os materiais e as técnicas a que podemos recorrer, o que nos permite verdadeiramente apurar a experiência de leitura que queremos proporcionar aos nossos leitores, uma experiência que é tanto para os sentidos como para o intelecto.

Marc Parchow

Marc Parchow

Manda-Chuva | Ilustrador

Nasci em Paris, no Verão quente de 1976, onde me sujeitei a uma elevada concentração de criatividade, que mais tarde me viria a prejudicar na escolha de emprego, tornando-me indiferente a uma carreira lucrativa como informático.

O meu ponto fraco é queijo com Nutella.
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Conceição Candeias

Conceição Candeias

Porta-Estandarte | Revisora

Comecei a ser revisora sem querer, mas depressa descobri que antes de o ser já o era.
Como, além de acertos, gosto de erros, de vez em quando também faço os meus, ensaiando duvidosas combinações de palavras, papel e tinta. Para fugir aos papéis, canto e faço tai-chi. Sou uma incorrigível maria-vai-com-o-marc. E vou tentando errar cada vez melhor…

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José Carlos Dias

José Carlos Dias

Manda-Chuva | Palavreiro

Gosto de ensinar, de palavras e de computadores, e vou dividindo a vida a tentar juntar estas três áreas. De quando em vez, escrevo poemas, contos e teatro (peças para o grupo de Varsóvia); traduzo poesia do espanhol e do polaco; e vou jogando um pouco aqui e um pouco ali.
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