Alô, Albatrozes sonhadores! Julho já se foi, e nós sem dizer palavra. É a moinha deste Verão, que mói e não aquece, só arrefece. Mas Julho foi mês que nos trouxe orgulho e também algum barulho. Houve tiros de canhão cá na Fábrica e festas em barda. Estivemos com o duo dinâmico Nic&Inês, que vos manda cumprimentos. Estivemos também a …
Emma Andreetti
A Emma cresceu no campo com saudades do mar, o que a levou a estudar ilustração na Willem de Kooning Academy, em Roterdão – lugar onde descobriu que o mar ainda fica longe da cidade. Voou um ano para Nova Iorque, como estudante de Design da School of Visual Arts, mantendo a água no seu horizonte.
A Prática do Risco: Gazela monocromática
Na décima quarta aula de desenho à distância, vamos voltar ao trabalho com pasteis de óleo, e aprofundar um pouco a nossa técnica.
A Prática do Risco: Monotipia tricromática
Na décima quarta aula de desenho à distância, vamos voltar ao trabalho com pasteis de óleo, e aprofundar um pouco a nossa técnica.
A Prática do Risco: Reflexos na chuva
Na décima quarta aula de desenho à distância, vamos voltar ao trabalho com pasteis de óleo, e aprofundar um pouco a nossa técnica.
Um Junho com rumo!
Alô, audazes Albatrozes seguidores! Junho é um mês catita: há morangos, cerejas e melgas, o Marc e a Rita fazem anos, e temos também o «Passa a Palavra!», a Festa dos Ofícios do Narrar. Lembram-se da nossa «Árvore das Palavras» do ano passado? É um encontro bem porreiro que junta malta de muitas artes e ofícios no concelho de Oeiras, …
Um Maio à maneira
Alô, audazes Albatrozes seguidores! Sabemos que não demos notícias no mês passado, mas não temos tido mãos a medir. Além do mais, estávamos a aguardar pela confirmação de uma notícia que agora já é oficial: a Qual Albatroz está a dirigir o serviço educativo do Palácio Anjos, em Algés. As visitas e oficinas em torno da exposição “Living Among What’s …
Um viçoso Março
A Qual Albatroz cresceu! É oficial! Agora somos quatro: a Rita Luiz juntou-se à equipa! É que já estava a ficar difícil darmos conta do recado e queríamos continuar a aceitar novos desafios. Só que, para os aceitar, precisávamos de ajuda. De uma pessoa com genica, bem-disposta, que percebesse de arte e de educação pela arte, que tivesse óculos bordeaux, …
Rita Luiz
Vim ao mundo numa casa cheia de ideias, e com os meus pais cedo aprendi a olhar criativamente para as coisas e para as pessoas. Nem todos apreciavam esta minha faculdade, mas depois li, ou leram-me, o Principezinho, e compreendi que não estava sozinha. Uns anos mais tarde, meti-me em Pintura na Faculdade de Belas-Artes de Lisboa e saí de lá licenciada.
Fevereiro fagueiro
Passámos Janeiro entretidos em arrumações e a preparar novos projectos, um deles para a Fundação Gulbenkian, já este mês. Será um conjunto de sessões integradas nas Histórias de Musear, com o nome «Sonhar… um lugar que me conheça». Estamos a fazer isto com o nosso amigo Diogo DeCalle e vai ser algo muito especial.










